Revisão sétimo ano: Confiram!!!!!!!!!!

Miembros de la familia Medici en un fresco pintado por Benozzo Gozzoli en 1461

Alunos do sétimo ano, para a avaliação estudem a Unidade I: Capítulo 1: Os Francos, Capítulo 2: O feudalismo.

Com a crise do Império Romano, iniciada no século III, ocorreu o esvaziamento das cidades e migração para o campo, as pessoas na cidade não encontravam trabalho,não tinham nem como comprar comida, os povos germânicos, ou bárbaros, como eram chamados pelos romanos.

Ocorreu assim um processo de ruralização no Ocidente europeu. As pessoas passaram a trabalhar para grandes proprietários. Surgiu daí um sistema de trabalho  chamado de Colonato.  O colono trabalhava em lote de terra do proprietário, como  pagamento pelo uso do lote, entregava a ele parte da colheita. Os germanos valorizavam uma série de obrigações entre guerreiros e os chefes militares, envolvendo fidelidade e proteção (comitatus). Estas obrigações influenciaram fortemente aquilo que ficou conhecido como Suserania e Vassalagem.

Portanto lembrem-se:

O feudalismo se formou a partir da combinação do colonato romano com o comitatus germânico. O colonato obrigava os camponeses a darem parte do que produziam aos proprietários das terras nas quais trabalhavam. Já o comitatus era um bando de guerreiros unidos pela fidelidade a um chefe capaz de conquistar e distribuir bens. O colonato deu origem à servidão, enquanto o comitatus está na base do modo como os nobres feudais se relacionavam uns com os outros.

Os Francos

Batismo de Clovis

Batismo do rei Clóvis

Durante o século V, as tribos dos francos, com o processo de invasão do Império Romano do Ocidente, passaram a ocupar o norte da Gália. No governo de Clóvis, em 494, os exércitos reais empreenderam uma investida militar contra os visigodos que assegurou o domínio sobre toda região gaulesa. No decorrer dos governos francos, os reis empreenderam uma sólida associação com a Igreja Católica. Durante diversas dinastias, a Igreja e os nobres recebiam terras como recompensa da aprovação religiosa e apoio militar.

Ao longo do século VII os vários reis que assumiram o trono não conseguiram assegurar a unidade dos territórios. Conhecidos como “reis indolentes”, tais autoridades passaram a conceder poderes políticos a um grupo de funcionários públicos conhecidos como major domus ou prefeito do palácio. O mais conhecido deles foi Carlos Martel, que no ano de 732 liderou os francos na chamada Batalha de Poitiers, que impediu a expansão árabe rumo à Europa Central.

Com essa conquista, Carlos abriu portas para que seu filho, Pepino, o Breve, garantisse a condição de rei dos francos. Apoiado pela Igreja, Pepino empreendeu a conquista sob os territórios da Península Itálica, que posteriormente teve parte de suas terras doadas ao alto clero. Dominada diretamente pela Santa Sé, essa região ganhou o nome de Patrimônio de São Pedro. Carlos Magno, filho de Pepino, sucedeu seu pai no ano de 768.

Na década de 770, Carlos Magno subjugou os lombardos e saxões, obrigando-os a se converterem ao cristianismo. Anos mais tarde empreendeu campanhas no Leste Europeu, dominando uma parcela dos povos eslavos. Estreitando laços com a Igreja, o chamado Império Carolíngio vislumbrou a disseminação do cristianismo da Europa e restringiu o avanço da Igreja Bizantina. No ano de 800, o papa Leão III nomeou Carlos Magno imperador na cidade de Roma.

Para manter a unidade de seus territórios, foi necessário que ele distribuísse terras ao diversos integrantes do clero e da nobreza. Ao conseguirem a posse dos condados e das marcas (tipos diferentes de possessão de terra), esses grupos sociais estabeleciam um sólido laço de fidelidade com a autoridade de Carlos Magno. Além disso, o imperador criou um grupo de fiscais, chamados de missi dominici (emissários do senhor) que eram obrigados a fiscalizar os territórios reais. Para regimentar suas terras, Carlos ainda criou as capitulares, primeiro conjunto de leis do mundo medieval.

Charlemagne and the Pope

Carlos Magno e o Papa Adriano I

As conquistas deste império que se formou na Idade Média foram responsáveis por um período de intensa atividade cultural. Patrocinado do rei, escolas foram fundadas, várias obras greco-romanas foram traduzidas com o auxílio da Igreja que preservou boa parte deste conhecimento. Com a morte de Carlos Magno, em 814, todo o apogeu do Império Carolíngio foi posto a prova. Após o governo de Luís Piedoso, filho de Carlos, os territórios foram alvo da disputa de seus três filhos.

Depois de intensas disputas, o Tratado de Verdun (843) fixou a divisão do império em três novos reinos. Carlos, o Calvo, tornou-se o rei da França ocidental; Luís, o Germânico, deteve controle sobre a França Oriental; e Lotário tornou-se rei da França Central. Com a divisão, o poderio militar dos francos não conseguiu fazer frente à invasão dos normandos, magiares e árabes.

O Feudalismo

Com a divisão do Império Carolíngio, houve um enfraquecimento do poder do rei. Quando os vikings, árabes e húngaros invadiram a Europa, nos séculos IX e X, os reis carolíngios pediram ajuda militar aos nobres e, em troca, doaram a eles um feudo (bem de importância). Assim, enquanto os reis carolíngios perdiam poder, os nobres foram se fortalecendo.

O feudo era originalmente um bem (do germânico vieh, bem de importância) que um nobre concedia a outro, em troca de auxílio militar e/ou em retribuição por serviços prestados. O feudo era, muitas vezes, uma grande área de terra, mas podia ser também um direito de receber impostos ou de ocupar um cargo.

Manso

Na época do feudalismo, durante a Idade Média, os servos (camponeses) habitavam as terras dos senhores feudais. Em troca, eram obrigados a pagar taxas em forma de trabalho e mercadorias. Quase tudo que produziam acabava indo para as mãos dos senhores feudais. Para os servos, sobrava apenas o pouco para a sobrevivência da família.
Talha  – Era uma obrigação pela qual o servo deveria passar, para o senhor feudal, metade de tudo que produzia nas terras que ocupava no feudo. Se colhesse 20 quilos de batata, 10 quilos deveriam ser separados para o pagamento da talha.
Corvéia – Esta obrigação correspondia ao pagamento através de serviços prestados nas terras ou instalações do senhor feudal. De 3 a 4 dias por semana, o servo era obrigado a cumprir diversos trabalhos como, por exemplo, fazer a manutenção do castelo, construir um muro, limpar o fosso do castelo, limpar o moinho, etc. Podia também realizar trabalhos de plantio e colheita no manso senhorial (parte das terras do feudo de uso exclusivo do senhor feudal).
Banalidades – Esta obrigação correspondia ao pagamento pela utilização das instalações do castelo. Se o servo precisasse usar o moinho ou o forno, deveria pagar uma taxa em mercadoria para o senhor feudal.
Dúvidas? Postem aqui ou no facebook.
professora Marcelle

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